28.11.2023

O que a Bíblia fala sobre o cigarro?

A Bíblia não fala se fumar é pecado mas nos avisa que não devemos ser dominados por vícios ( 12 «Tudo me é permitido», mas nem tudo convém. «Tudo me é permitido», mas eu não deixarei que nada me domine.»>1 Coríntios 6:12 ). Fumar é uma atitude irresponsável com o corpo, porque pode causar muitas doenças graves. A Bíblia nos ensina a respeitar nosso corpo. Fumar vicia. A grande maioria dos fumantes não consegue parar facilmente. O corpo se acostuma ao fumo e «quer» mais. Nas primeiras semanas e até meses, muitos que tentam largar o vício sofrem dores de cabeça, tonturas, estresse. O vício distorce as prioridades. O vício pode tomar o lugar de Deus na sua vida. Quem «precisa» de fumar está viciado. Para algumas pessoas, fumar pode se tornar mais importante que sua saúde ou pagar as contas de casa. Fumar é mau para o corpo. Nos últimos 50 anos tem sido provado que fumar causa muitas doenças, desde problemas pequenos, como infeção da garganta, a doenças fatais, como cancro. Não é bom fazer coisas que destroem seu corpo ( 19 Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de vocês mesmos? 20 Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.»>1 Coríntios 6:19-20 ). Veja aqui: fumar maconha é pecado? Fumar é um mau exemplo. Muitas pessoas que fumam começaram porque seus amigos fumavam e a maioria dos fumantes estão viciados. Seu exemplo pode convidar outras pessoas a ficar presas num vício que lhes pode matar. Pior ainda, se você fuma regularmente na companhia de outras pessoas, você está ameaçando a saúde dessas pessoas! Inalar o fumo de outros fumantes também é mau para a saúde. A Bíblia nos ensina que devemos nos preocupar com o bem-estar dos outros (Filipenses 2:4 ). Para quem sabe essas coisas, fica claro que fumar não é bom, nem para você, nem para as pessoas à sua volta. A melhor atitude a ter é não fumar. Não ceda à pressão, você não precisa fumar para se integrar nem vai perder nada interessante por não fumar. Veja também: o que a Bíblia diz sobre drogas?

O que a Bíblia fala sobre a maconha?

Legal ou ilegal? – Em dezembro, a Anvisa aprovou a fabricação e comercialização do primeiro produto não medicamentoso à base de cannabis no Brasil, o Canabidiol, produzido pela empresa nacional Prati-Donaduzzi, que chegou às drogarias no início de maio.

  1. Trata-se de um óleo fitofármaco de CBD com menos de 0,2% de concentração de THC, um dos princípios ativos que dão barato.
  2. Com tarja azul, só deve ser vendido com receita, que pode ser prescrita a critério do médico.
  3. Até então, o único produto à base de maconha disponível nas drogarias era o Mavatyl, da inglesa GWPharma, com concentrações equivalentes de canabidiol e THC, receitado apenas em casos de esclerose múltipla.

Para Ticão, além da receita e da dosagem, o preço é proibitivo. O frasco de 27 ml de Mevatyl custa cerca de R$ 2.900 no mercado, enquanto o vidro de 30 ml do Canabidiol chega às prateleiras com o preço promocional de R$ 2.150. «Se você é cristão e se diz contra a maconha, você não está lendo a Bíblia» (Camila Svenson/Fotografia) Para corroborar sua tese, Padre Ticão cita ainda o papel de John Davidson Rockefeller, magnata norte-americano que no começo do século passado, pela empresa Standard Oil, controlava 90% das refinarias de petróleo dos EUA.

Na mesma época, cientistas descobriram os petroquímicos, classe de medicamentos que prometiam um alto retorno de investimento, pela facilidade na patente, cuja matéria-prima, o petróleo, Rockefeller já controlava. Assim, ele viu a oportunidade de monopolizar as indústrias petrolífera, química e medicinal, que à época era dominada por medicamentos naturais, uma vez que quase metade dos médicos nos EUA eram adeptos de algum tipo de medicina holística.

«A família Rockefeller uniu os mais ricos para lucrarem com a saúde», define Ticão. «Foi isso que, com o tempo, levou a maconha a ser demonizada em tantas partes do mundo, como no Brasil acontece há mais de 70 anos.» É preciso observar também o aporte financeiro da indústria lobista somado à patrulha moral, tão cultivada como disseminada nas igrejas cristãs, como a católica.

Ticão, no entanto, não enxerga contradição. Em sua opinião, cristãos avessos à maconha simplesmente não entenderam a Bíblia. Ele cita Gênesis, 1:29,30, que diz: «E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.

E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.» «Ou seja, se você é cristão e se diz contra a maconha, você não está lendo a Bíblia», crava Ticão.

Não é pecado beber?

Bebidas Alcoólicas E Religião: É Pecado Beber? Se você carrega consigo a crença em Deus e a convicção da fé cristã ou acredita em outras religiões, certamente já se deparou com o conflito que existe entre bebidas alcóolicas e religião. Afinal, pode ou não beber e praticar a fé? É pecado?

  • As interpretações a respeito desse tema não são unânimes e enquanto existem denominações que permitem o uso moderado do álcool, outras recomendam que é melhor se afastar por completo.
  • Neste artigo, vamos ajudar você a refletir sobre qual é a escolha mais adequada (de acordo com suas crenças e seu estilo de vida).
  • Continue a leitura para saber mais!

É claro que a visão muda de acordo com cada religião e a partir da interpretação que é feita sobre a bíblia. Entretanto, de modo geral, o corpo humano é visto como obra do Criador. Tendo isso como ponto de partida, fica fácil entender que qualquer coisa que prejudique o funcionamento do nosso organismo não é bom para o conforto espiritual.

Isso inclui qualquer tipo de vício, estando o álcool incluso. Contudo, algumas correntes são mais flexíveis e não condenam de forma veemente o consumo de bebida alcóolica. A recomendação é a de que isso seja feito de forma moderada, sempre evitando os excessos — não se embriagando e muito menos usando isso como o objetivo: um bom exemplo disso são aqueles convites que chegam em forma de «vamos sair para beber alguma coisa.» Se você tem dúvidas a respeito de qual é a visão da sua Igreja nessa relação entre bebida alcóolica e religião, o mais adequado é que procure o líder da sua comunidade e esclareça a questão direto com sua denominação.

Assim, consegue-se entender melhor e evitar qualquer tipo de conflito espiritual. Bebidas Alcoólicas E Religião A ideia desse artigo não é discutir textos bíblicos, tomando como base as religiões cristãs (a maioria aqui no Brasil). É possível encontrar diversas passagens bíblicas sobre o consumo de vinho nos tempos antigos, principalmente nas festividades.

  1. Então, como saber se estou dentro da conduta esperada?
  2. Como dissemos, o mais prudente é converar com seus líderes da igreja para que possam esclarecer com autoridade o que a Bíblia diz sobre esse comportamento, mesmo que moderado, social.
  3. Mas existem dicas e práticas de bom-sendo que ajudam no exame de consciência. O que pode ajudar nessa interpretação é responder algumas perguntas como:
  4. • Eu consigo parar quando quiser? (se a resposta for não, você saberá que se trata de um vício);
  5. • Quando eu bebo tenho posturas vergonhosas?
  6. • Meu comportamento depois de consumir álcool é perigoso para a minha vida e a de outras pessoas?
  7. • O consumo de álcool tem começado a trazer danos para a minha saúde?
  8. • O gasto com bebidas alcóolicas tem prejudicado as minhas finanças?
  9. • Beber é algo que traz problemas para a minha consciência?
  10. As respostas vão fazer você entender se precisa rever as suas atitudes ou se elas estão dentro do que se espera de uma pessoa religiosa e que respeita os dogmas de sua Igreja.
  11. Se você quer mesmo parar, seja por questões de saúde, por tranquilidade espiritual, alguma promessa, ou porque a sua denominação abomina, saiba que não precisa sacrificar o seu paladar.

Existem bebidas (vinho e cerveja) sem álcool. Elas têm o mesmo sabor, porém com o grande benefício de não levarem à embriaguez e muito menos de trazer esse conflito com a religião.

  • R$ 9,45 R$ 8,90 A vista R$ 8,63 no Pix Em até 1x de R$ 8,90 sem juros
  • R$ 81,50 A vista R$ 79,06 no Pix Em até 1x de R$ 81,50 sem juros
  • R$ 119,90 R$ 95,80 A vista R$ 92,93 no Pix Em até 1x de R$ 95,80 sem juros

Ao parar de consumir bebidas alcóolicas, você poderá colher bons frutos no que diz respeito à sua saúde e ao funcionamento do seu organismo. Nos próximos tópicos, listamos quais são os principais benefícios.

  • Ajuda a evitar doenças decorrentes do consumo de bebidas alcóolicas
  • Há uma série de condições que podem surgir em decorrência do consumo frequente de álcool. Entre elas, estão:
  • • Doenças gastrointestinais (como gastrite e úlcera);
  • • Cirrose;
  • • Hepatite alcóolica;
  • • Problemas cardíacos;
  • • Distúrbios do sono;
  • • Pancreatite;
  • • Câncer.
  • Esse já é um motivo suficiente para se manter mais distante do álcool, não acha?
  • Acaba com as ressacas
See also:  Quem Tem Gastrite Pode Fumar Maconha?

Tem coisa pior que acordar de manhã com aquela sensação de estômago «revirando» dor de cabeça e intolerância ao barulho e à claridade? Quem resolve parar de beber tem o bônus de acabar com as famigeradas ressacas. O álcool prejudica a distribuição dos nutrientes no organismo e ainda causa desidratação.

Então, se você parar de beber, conseguirá notar uma diferença no aspecto dos seus cabelos e de sua pele (que fica mais saudável e com viço). Isso vale também para os cabelos, que vão quebrar e cair menos e ficar mais hidratados. Geralmente, as pessoas que bebem (principalmente antes de dormir) têm um sono ruim, picado e mais agitado.

No dia seguinte, isso representa cansaço e, depois de certo tempo, até perda da qualidade de vida. Imagine como é passar longos períodos de tempo sem conseguir o descanso necessário no fim do dia. Por isso, parar de beber também traz benefícios para esse aspecto tão importante de nossas vidas.

  1. Portanto, bebidas alcóolicas e religião é uma discussão que precisa ser feita internamente com doses cavalares de honestidade, e reflexões com seus líderes espirituais.
  2. O que se precisa ter em mente é que a moderação será sempre a palavra de ordem nesses casos.
  3. Portanto, caso você seja daquelas pessoas que não consegue beber só um pouco, a melhor opção é mesmo parar ou, então, optar pelas versões sem álcool (mantendo o prazer, mas sem trazer prejuízos para a sua evolução espiritual).

O que achou deste artigo? Como você vê essa relação entre bebidas alcóolicas e religião? Conte-nos quais são os seus pontos de vista e compartilhe a sua história conosco! sobre nos : Bebidas Alcoólicas E Religião: É Pecado Beber?

O que está escrito em Gênesis 1 29?

1 No a princípio, b Deus c criou os d céus e a e terra,2 E a terra era sem a forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.3 E disse Deus: Haja a luz ; e houve luz.4 E viu Deus que era a boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite.

Quais são os piores vícios?

A anatomia dos vícios: por que eles surgem e como domá-los Dependência online, compulsão alimentar, vontade incontrolável de beber, fumar, comprar Os vícios parecem ter piorado após a pandemia. O que fazer? Estima-se que existam mais de 12 milhões de dependentes tecnológicos só no Brasil.

  • O dia em que a Terra (quase) parou.
  • Assim pode ser descrito o 4 de outubro de 2021.
  • Em plena segunda-feira, 2,85 bilhões de usuários do Facebook não conseguiram acessar a maior rede social do planeta.
  • Não foram os únicos: 2 bilhões de perfis do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros, e 1,3 bilhão do Instagram também ficaram impossibilitados de se comunicar, trabalhar ou se divertir.

O apagão durou quase sete horas. Mas, para quem sofre de dependência tecnológica, transtorno que atinge, segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), em torno de 468 milhões de pessoas, pareceu uma eternidade. «Dizem que a internet é a nova cocaína.

Prefiro dizer que é uma nova forma de prazer artificial», afirma o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). «A sensação de ganhar uma curtida na rede social é tão boa que leva o indivíduo a querer mais. Daí que ganhar likes pode ser tão viciante quanto consumir drogas», completa o pesquisador do Instituto Delete — Uso Consciente de Tecnologias.

A pane que tirou as principais redes sociais do ar não foi o único golpe a arranhá-las. No dia seguinte, uma ex-executiva do Facebook, Frances Haugen, prestou depoimento ao Senado americano denunciando a companhia por priorizar «o lucro em detrimento da segurança».

  • A engenheira da computação chegou a comparar a gigante da tecnologia à indústria do tabaco, que, por décadas, negou que fumar fazia mal à saúde, e apelou por sua regulamentação urgente.
  • Sua fala ecoa diretamente a de Edward Tufte, professor da Universidade Yale, nos EUA, em entrevista ao documentário O Dilema das Redes, da Netflix: «Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários, a de drogas e a de softwares».

Quem há de concordar é o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Programa de Dependentes de Internet do Ambulatório dos Transtornos do Impulso (Pro-Amiti) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). «Gosto de comparar o uso abusivo de tecnologia ao mito da caverna de Platão.

Os prisioneiros só vão descobrir que o mundo não é tão limitado quanto aparenta quando fugirem da caverna, isto é, quando adquirirem conhecimento. Nosso objetivo não é banir a tecnologia, mas estimular seu uso consciente», resume. Depois que as mídias sociais foram retomadas naquele dia e dos pedidos de desculpas do Facebook — que ressaltavam a confiança e a dependência das pessoas pela plataforma —, um alarme soou entre tantos lares.

Será que estamos viciados nisso? A compulsão digital é a «caçula» das dependências comportamentais, na definição do psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). No livro Dependências Não Químicas e Compulsões Modernas (Atheneu), ele explica que a dependência de internet não é caracterizada essencialmente pelo tempo gasto nas telas — e olha que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking dos países que passam mais tempo online.

  1. O que transforma o usuário em dependente é a dificuldade de reduzir, interromper ou modificar esse comportamento ou, ainda, o prejuízo dele em sua vida pessoal, social, acadêmica ou profissional.
  2. Não é porque usamos a internet todos os dias e por muitas horas que somos viciados em tecnologia», pontua a psicóloga Anna Lúcia Spear King, doutora em saúde mental e coordenadora do Instituto Delete, que é vinculado à UFRJ.

«Muitas vezes, o uso abusivo não é caso de tratamento em si, mas de educação. É preciso ensinar a pessoa a usufruir dos benefícios do mundo digital e a saber evitar seus malefícios», esclarece. Vidrados nas telas A dependência tecnológica é aquela necessidade ingovernável de ficar conectado e de olho no celular ou no computador.

O «viciado» não consegue parar, deixa de lado compromissos e pode se furtar até de comer. Só no Brasil se estima que existam 12,7 milhões de compulsivos do tipo — número que pode saltar com a pandemia. Não é por menos que os especialistas vêm propondo um detox digital. Um caso emblemático é o da escritora americana Laura McKowen, autora de um livro sobre as bênçãos de uma vida sóbria, que, numa viagem ao Havaí para visitar a mãe, sofreu uma recaída.

Não, ela não voltou a beber, hábito que largou em 2014. O que ela fez foi postar uma selfie de biquíni no Instagram. Parece bobagem, mas Laura tinha prometido a si mesma que não faria mais isso depois de perceber que passava seis horas por dia no aplicativo.

  1. Publicada a foto, Laura não parava de ficar checando sua rede social em vez de curtir o passeio.
  2. Dormiu mal e, de manhã, deletou a selfie.
  3. Dias depois, desativou a conta para largar seu novo vício.
  4. Vici@dos digitais A pesquisa sobre a dependência tecnológica se divide em quatro ramos: redes sociais, games, pornografia e uso exagerado de aparelhos como smartphones e tablets.

Segundo a psicóloga Aline Restano, do Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas (Geat), meninas estão mais propensas a se entregar às redes sociais, enquanto meninos são mais vulneráveis à compulsão por jogos eletrônicos. A preocupação é que o «vício» está surgindo cada vez mais cedo.

Crianças e adolescentes costumam se esquecer da vida real quando ficam postando fotos, curtindo vídeos e compartilhando memes pelo celular. «A rede social é a nova praça pública. É lá que os jovens do século 21 batem papo, trocam ideias e contam piadas. Conversar sobre esse ambiente hoje é tão importante quanto conscientizar os filhos sobre os riscos do álcool», compara a pesquisadora.

Impacto semelhante na vida escolar, na interação social e na saúde emocional permite estender esse raciocínio para os videogames. O assunto ficou tão sério que a obsessão por jogar foi catalogada como um transtorno mental pela OMS e incluída no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) da Associação Americana de Psiquiatria.

Jovens matam aulas, se isolam e viram noites na frente das telas para passar mais tempo em games de guerra, luta e tiro. A exemplo de outros tipos de dependência tecnológica, a linha que separa o hobby do vício é a perda do controle. Por mais que tente, o sujeito não sabe a hora de parar. «Pais e responsáveis precisam aprender a limitar o tempo de uso das telas dos filhos, melhorar a qualidade dos conteúdos acessados e estimular a ida deles a locais como parques, praias e jardins», orienta a médica Evelyn Eisenstein, coordenadora do Grupo de Trabalho sobre Saúde na Era Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

«As famílias devem aprender a conjugar o verbo ‘desconectar’. Menos tecnologia e mais convivência: é disso que as crianças e os adolescentes estão precisando», frisa. Muito em pouco tempo Entre novos e velhos «vícios», os estudiosos costumam repartir as dependências em duas categorias: químicas e não químicas.

«A química faz referência à dependência de substâncias como álcool, maconha ou cocaína. A não química designa as comportamentais, como jogar e comprar», explica o psiquiatra Marcelo Niel, doutor em ciências pelo Departamento de Saúde Coletiva da Unifesp. «Mas, química ou não, alguns dos critérios para diagnosticar são os mesmos, como desejo incontrolável e síndrome de abstinência», aponta.

O espectro das dependências não químicas é amplo e vai muito além da tecnologia. Engloba compulsões com comida, jogos de azar, compras e sexo. Na lista, aparecem até casos de ciúme patológico, transtornos de escoriação (a pessoa fica se machucando) e vigorexia (o indivíduo só quer saber de malhar).

  1. Antes de seguir, uma ponderação sobre o termo «vício».
  2. Os especialistas buscam evitá-lo, porque, nas palavras do psiquiatra Jorge Jaber, da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad), «ele atribui ao dependente uma fraqueza moral».
  3. É o tipo de preconceito que a medicina deve combater porque impede ou prejudica o tratamento», defende.
See also:  Quem Esta Amamentando Pode Fumar Narguile?

Enquanto o controle das dependências químicas — parar de beber, fumar ou usar drogas — tem boas chances de sucesso com psicoterapia e medicações, o lado das não químicas reserva alguns desafios extras. Ora, é muito difícil, se não impossível, viver sem se conectar à internet, fazer compras ou ter relações sexuais.

  • Por essa razão, o objetivo do tratamento não é a privação total, mas a mudança responsável de um padrão de comportamento.
  • Algo que se aplica inclusive à comida.
  • A compulsão alimentar Você come quando não está com fome? Sente culpa ou remorso depois de comer demais? Gasta muito tempo comendo ou pensando em comida? Essas são três das 15 perguntas feitas pelos Comedores Compulsivos Anônimos, entidade que, por meio de um questionário disponibilizado em seu site, ajuda o internauta a ter uma ideia de que pode sofrer de compulsão alimentar.

A irmandade chegou ao Brasil em 1984 e, hoje, tem 73 grupos em 15 estados, oferecendo reuniões e orientações a pessoas que relatam se empanturrar às escondidas ou que comem até passar mal com frequência. «O indivíduo sofre de compulsão alimentar quando se relaciona com a comida de maneira patológica.

  1. Sim, a comida pode virar algo tóxico, assim como um jogo ou um relacionamento», diz a psicóloga Joana de Vilhena Novaes, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
  2. Como outras compulsões, tem tratamento! Sem controle, sem liberdade «Toda e qualquer dependência representa uma perda da liberdade de escolha», adianta o psiquiatra Táki Cordás, coordenador do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da USP.

«No caso da compulsão alimentar, o indivíduo perde a liberdade de escolher, por exemplo, ‘o que’ ou ‘quanto’ vai comer», continua. Episódios desse descontrole diante do prato (ou de um pote de doces) estão associados a fatores como comer rápido demais, ingerir a refeição até se sentir desconfortavelmente cheio e, mesmo sem fome, consumir um grande volume de comida.

  • Nesses momentos, os compulsivos tendem a procurar alimentos ricos em gorduras e carboidratos, como pizza, chocolate e sorvete.
  • A compulsão é um transtorno que leva o sujeito a ingerir uma grande quantidade de alimento em um curto espaço de tempo, em geral em até duas horas», explica a psiquiatra Cláudia Cozer, coordenadora do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

«E, na maioria das vezes, a ingestão excessiva vem acompanhada de culpa, arrependimento ou vergonha», diz a médica. Não se trata de um ataque de gula pontual, mas de um comportamento que vai se perpetuando e levando ao ganho de peso. Na visão dos experts, a pandemia e seus reflexos agravaram não só os abusos com a comida como outras dependências não químicas.

No auge do isolamento social, muitos compradores compulsivos — o transtorno é conhecido como oneomania — fizeram empréstimos no banco, estouraram o cartão de crédito e entraram no cheque especial só para adquirir produtos de que não precisavam, como objetos de decoração, roupas íntimas e aparelhos eletrodomésticos, em sites de compras online.

«Houve um boom na procura por atendimento médico, acompanhamento psicoterápico e terapia familiar. Desde o início da pandemia até os dias de hoje, recebemos cerca de 900 e-mails, uma média de 50 por mês, com pedidos de ajuda. É um número altíssimo», relata a psicóloga Tatiana Filomensky, coordenadora do Programa para Compradores Compulsivos do Pro-Amiti da USP.

A oneomania é classificada como um distúrbio de controle dos impulsos e, segundo estimativas, atinge 8% da população. Só no Brasil, seriam 17 milhões de compradores compulsivos. «O frete pode ser caro, mas, se a entrega é rápida, não tem problema. Quanto antes essas pessoas recebem o produto, melhor», nota Tatiana.

E, logo depois, partem para outra compra. Confinados em casa, com medo de contrair o vírus ou de perder o emprego, os portadores de transtornos de impulso extrapolaram todos os limites: comeram sem fome, apostaram sem dinheiro e compraram (e se endividaram) sem necessidade.

  1. Sobrou até para quem sofre de comportamentos repetitivos voltados ao próprio corpo — entre os alvos preferenciais estão as unhas, os cabelos e a pele.
  2. Um dos mais perturbadores é o que os profissionais chamam de transtorno de escoriação, que consiste em ficar se arranhando, às vezes até sangrar, e afeta aproximadamente 7,2 milhões de brasileiros.

Por culpa ou vergonha, essas pessoas acabam evitando praias e piscinas e priorizam roupas com mangas compridas. Mas outras situações do gênero também preocupam, até pela falta de busca por apoio. «A maioria pensa que arrancar fios de cabelo ou roer as unhas sem parar não passam de uma mania que vai sumir com o tempo.

  1. Só que, sem tratamento, essa condição, que gera tanto sofrimento psíquico quanto prejuízo social, tende a se cronificar», avisa o psicólogo Daniel Gulassa, coordenador do Programa para Transtorno de Escoriação do Pro-Amiti.
  2. Jogo sem fim Não é difícil identificar um jogador patológico.
  3. O protagonista de Round 6, a série mais vista da história da Netflix, é um deles.

Logo no primeiro episódio, o personagem furta o cartão da mãe, saca dinheiro, aposta tudo em corrida de cavalos e é ameaçado por agiotas. Endividado, aceita participar de um torneio que transforma brincadeiras em disputas mortais. No ranking dos jogos mais viciantes da vida real, a tal corrida de cavalos ocupa o quarto lugar.

Os três piores são caça-níqueis, bingo eletrônico e pôquer. Quanto menor o intervalo entre a aposta e o resultado, mais viciante! «A máquina caça-níquel é o crack dos jogos de azar», crava a psicóloga Maria Paula de Oliveira, da USP. Jogadores compulsivos levam, em média, dez anos para procurar ajuda.

«Em 50% dos casos, eles não voltam a jogar. Mas, nos outros 50%, persistem e progridem, ainda mais se não houver tratamento», estima o psicólogo Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) da USP. O efeito pandemia Nem a dependência química passou batida pela crise do coronavírus.

  1. Segundo pesquisa com 44 mil voluntários da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os brasileiros passaram a beber e a fumar mais no pico do distanciamento social, entre abril e maio de 2020.
  2. O consumo de álcool subiu 18% e o de tabaco, 34%.

No caso da bebida alcoólica, o maior aumento ocorreu entre pessoas de 30 a 39 anos (26%). Já entre os fumantes, 28% relataram ter aumentado as tragadas em cerca de dez cigarros por dia. No Brasil, as drogas mais consumidas, independentemente do público-alvo, são o álcool e o tabaco, ambas liberadas para adultos.

Fora a discriminação entre lícitas e ilícitas, elas são classificadas pelos efeitos no sistema nervoso central. Tem as depressoras, como o álcool, que manifesta efeito relaxante. Há as estimulantes, caso da nicotina do cigarro. E as alucinógenas, como a maconha. A ação no corpo, o «barato» e os danos variam de acordo com a dose e as particularidades de cada um.

Já está fartamente documentado que, em situações de estresse, o ser humano fica mais propenso a procurar fuga ou apoio num drinque ou num cigarro. Com a Covid-19 à solta, então Outro levantamento, este da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e feito entre maio e junho de 2020 em 33 países, revelou que 42% dos brasileiros relataram um consumo mais elevado de álcool durante a pandemia.

  • E, nessas horas, a última pergunta que vem à mente de quem gosta de tomar cerveja, vinho ou uísque para relaxar é se existe um limite seguro.
  • Bem, a resposta do psiquiatra Arthur Guerra, presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), é taxativa: «Não».
  • Sempre há um risco, mesmo que pequeno.

É essencial entender que álcool não é remédio e não deve ser usado para resolver problemas», afirma. Outro que carece de limites de segurança é o cigarro. «Considerando que eles podem conter até 7 mil substâncias tóxicas, não há níveis adequados para o uso de produtos de tabaco, seja do modelo tradicional, seja do dispositivo eletrônico», diz a psicóloga Vera Borges, responsável pela Divisão de Controle de Tabagismo do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Pensa que as repercussões pandêmicas pararam aí? Dados do programa Recomeço — Uma Vida sem Drogas, da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, mostram aumento no consumo de drogas lícitas e ilícitas entre abril de 2020 e julho de 2021 — as mais utilizadas, nessa ordem, foram álcool, cocaína, tabaco, crack e maconha.

See also:  Quanto Tempo Depois De Fumar Narguilé Pode Amamentar?

De gole em gole O aumento no consumo de bebida alcoólica durante a pandemia reacendeu a preocupação com a dependência, problema que pode abalar a vida do cidadão e do seu entorno. O escritor Ruy Castro nasceu em 1948 e renasceu em 1988: à época de sua internação numa clínica para dependentes químicos, o mestre das biografias tomava, só em casa, uns 2 litros de vodca por dia.

  • Mas por que alguns conseguem beber moderadamente, enquanto outros se encharcam? «A resposta vai muito além da predisposição genética.
  • Há fatores sociais e familiares que, em boa parte dos casos, contribuem para isso», afirma o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, diretor da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas da Unifesp.

Sóbrio há 33 anos, Ruy Castro trocou o álcool pelo sorvete — chega a tomar três bolas por dia, mas nunca de manhã, de estômago vazio ou misturando sabores. «Uma vez compulsivo, sempre compulsivo», escreveu numa crônica. Cortina de fumaça Em Rita Lee — Uma Autobiografia (Globo), a cantora reflete sobre a dependência: «Não me culpo por ter entrado em muitas, eu me orgulho de ter saído de todas».

Em 2005, quando nasceu sua primeira neta, Rita disse adeus às drogas — ao álcool, à maconha e ao LSD. Mas se esqueceu do cigarro. «Com a pandemia, aquele baixo-astral no mundo, passei a fumar o triplo de antes», contou à imprensa. E, em maio, ela descobriu um câncer de pulmão. Largar o cigarro demanda esforço, táticas e pode exigir terapia e remédios.

Dá para escolher uma rota gradual, marcando uma data-limite e reduzindo o número aos poucos ou estabelecer um dia D e não fumar mais. «Orientamos o paciente a não fumar após as refeições, beber água quando tiver vontade e usar gomas ou pastilhas de nicotina nos momentos de fissura», diz o médico Ciro Kirchenchtejn, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

Quanto a Rita, ela está bem e finalmente parou de fumar: «Não é fácil, mas consegui». Tem solução (ou soluções) O ponto é: não importa se o que vicia é ingerido, inalado ou injetado. Se é lícito ou não. O que importa é o indivíduo reconhecer a dependência e procurar ajuda especializada. Uma máxima entre os profissionais que lidam com dependências é: «Assim como uma pessoa não se torna dependente do dia para a noite, esse problema não será resolvido em um curto espaço de tempo».

Em outras palavras, o tratamento pode ser longo, complexo, multidisciplinar e, preferencialmente, voluntário, abrangendo atendimento médico e psicológico, terapia familiar e, em casos extremos, internação hospitalar. «Existem várias estratégias de tratamento.

Não há uma certa ou errada. E sabemos que, quando combinadas, elas aumentam as chances de recuperação», conta Zila Sanchez, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Prevenção ao Uso de Álcool e Outras Drogas da Unifesp. Essa é uma filosofia que pode abraçar inclusive as dependências não químicas. Afinal, o problema não é a internet, a comida ou o jogo.

Mas o uso que se faz deles. Vamos mostrar quem está no controle? A neurociência do vício Sabe o prazer que sua música ou sorvete favorito proporcionam? Isso acontece pela descarga de um neurotransmissor, a dopamina, que tem ligação com os vícios Biologia do prazer Estímulos agradáveis, de um elogio a um prato de comida, ativam o sistema de recompensa do cérebro, liberando cargas de dopamina.

  1. Daí vem aquela sensação de bem-estar.
  2. Fontes alternativas As drogas também acionam o sistema bioquímico do prazer.
  3. E alguns comportamentos compulsivos (jogar, comprar) têm efeitos semelhantes.
  4. A tolerância Com o estímulo contínuo, o organismo se adapta à droga ou ao hábito e começa a precisar de uma quantidade maior para manter o efeito.

É a síndrome de tolerância. A abstinência Quando o dependente suspende o uso da droga ou reduz seu consumo, encara sintomas físicos e psicológicos. Eis a síndrome de abstinência. A fissura O nome é dado ao desejo intenso de usar uma droga ou repetir um comportamento.

Em geral, isso vem acompanhado de ansiedade e pode levar ao desespero. Os gatilhos da dependência Existem situações que predispõem um indivíduo com tendência à compulsão a lançar mão de drogas ou comportamentos prejudiciais A faísca Gatilho é qualquer estímulo que desperta um desejo. Pode ocorrer em uma hora do dia (um cigarro depois do almoço) ou até numa estação do ano (um vinho no inverno).

A influência Alguns gatilhos são sociais. Quem é capaz de dizer não a uma latinha de cerveja numa festa de aniversário? Imagine um contexto desses para um adolescente. As emoções O escritor Charles Bukowski já dizia: «Se acontece uma coisa ruim, você bebe para esquecer.

Se acontece uma coisa boa, bebe para comemorar». Tudo vira pretexto. O período Existem épocas mais «perigosas» para os dependentes. A taça de champanhe no Réveillon e as promoções de Black Friday e Natal pedem cautela nesse sentido. O diário Procure identificar e anotar seus gatilhos. Onde estava quando começou a ter o comportamento viciante? Com quem andava? Quando usava? Como se sentia antes e depois? Afasta de mim Especialistas afirmam que, quanto mais cedo uma pessoa passa a beber, fumar, usar drogas ou manter outros vícios, mais difícil fica se livrar das compulsões.

Mas há estratégias bem-vindas Isca para o desejo Evite lugares que despertam aquela vontade irresistível. Se bebe demais, fuja de bares. É jogador compulsivo? Não vá a cassinos ou bingos. E assim por diante. Navegação ilimitada A internet é o palco de vários vícios.

  • Caso dos sites de compras, jogos online, apostas ou pornografia.
  • Vai navegar? Estipule um tempo máximo para não ficar preso ali.
  • Rotina digital Lembre-se: há vida fora das telas.
  • Com o avanço da vacinação e o uso de máscaras, dê preferência a atividades presenciais (ao ar livre, se possível) e relações pessoais ao vivo.

Mãos no celular Procure não utilizar equipamentos eletrônicos em contextos impróprios, como refeições e reuniões de trabalho. Reduza o uso em fins de semana e feriados. Trabalho maluco Tem gente que se vicia no trabalho ou, por causa da tensão no emprego, fica com mais dificuldade para domar outras compulsões.

  1. Trabalhe para viver e relaxe sempre que possível.
  2. Tomando controle São várias as linhas de tratamento, que podem ser combinadas, dependendo da compulsão e do impacto na vida da pessoa.
  3. Mas o primeiro passo é querer se tratar Psicoterapia A avaliação e o acompanhamento de um psicólogo, em atendimentos individuais ou em grupo, estão na base, podendo ser associados a abordagens familiares.

Remédios O médico pode prescrever medicamentos para lidar com a dependência e a abstinência e condições paralelas como ansiedade e depressão. Grupo de autoajuda Existem entidades que convidam dependentes a participar de reuniões ou sessões, como Alcoólicos Anônimos, Devedores Anônimos e Comedores Compulsivos Anônimos.

Terapia de reposição Se aplica ao tabagismo, por exemplo. Sob a forma de adesivo ou goma de mascar, a terapia de reposição de nicotina aumenta de 15 a 20 vezes a chance de largar o cigarro. Internação É o último recurso. Existem clínicas e hospitais habilitados a internar pacientes com dependência por drogas e nortear seu processo de reabilitação.

FONTE: Texto extraído de matéria do Portal da Revista Veja Saúde

O que fazer para receber o perdão de Deus?

Conheça os princípios do arrependimento – A fé em Jesus Cristo é essencial para o arrependimento. Tenha fé no poder de Jesus Cristo de libertar você do fardo do pecado e acredite que você pode se tornar puro novamente. Reconheça que você pecou, ou seja, que de alguma forma se afastou de Deus. A mudança não pode acontecer se você se recusar a admitir que fez algo errado. Você deve sentir verdadeiro remorso pelas coisas em sua vida que estão em conflito com a vontade de Deus. Tenha um desejo sincero de fazer mudanças. Depois que seus pecados forem perdoados, sua tristeza será substituída pela alegria. A tristeza sincera deve levá-lo a parar de fazer o que é errado. Jesus convidou a mulher apanhada em adultério a mudar, dizendo: «Vai-te, e não peques mais» (João 8:11). Seja franco e honesto com Deus em suas orações e admita que cometeu erros. Depois de confessar seus pecados, peça ajuda. «Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados — eis que ele os confessará e abandonará» (D&C 58:43). Se possível, você deve reparar os danos causados por suas ações. Se você tiver prejudicado alguém, peça perdão a essa pessoa e faça tudo o que puder para corrigir a situação. Preencha sua vida com atividades edificantes que possam fortalecê-lo. Isso inclui passar tempo com bons amigos, orar, ler as escrituras e ir à igreja. Essas atividades trazem poder espiritual e mais força para vencer as fraquezas. O presidente Dallin H. Oaks, da Primeira Presidência, abordou cada um dos princípios do arrependimento e disse: «Tudo isso faz parte do frequente convite encontrado nas escrituras para nos achegarmos a Cristo» («Purificados pelo arrependimento», Liahona, maio de 2019, p.92). O amoroso convite do Salvador para nos arrependermos é tão importante e libertador hoje como sempre foi.

Como parar de fumar com a ajuda de Deus?

Não permitais senhor que o cigarro nos vença. Dai-nos vossa força para enfrentar este momento e que sejamos salvos desta arma que atrapalha a história. Por vosso amor bondoso, fazemos o propósito de não mais fumar. Confiantes, pela intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, pedimos mais esta graça.